A cantora Barbara Marques sobe ao palco do Café Paon em São Paulo, neste sábado (21), para apresentar o show “Eu tu eles” ao lado dos músicos Fabio Cadore, Tibless, Zé Eduardo, Márcio Lugó e Rodrigo Vellozo — filho de Benito de Paula. Atuante na cena artística contemporânea, Barbara Marques possui um estilo pop urbano e está entre os destaques da atual MPB com o seu primeiro trabalho “Sem Rascunho”, do qual o clipe da canção “O pouco e qualquer” entrou para a programação da MTV e MIXTV e é um dos mais acessados do Youtube.
Em entrevista ao PanoramaBrasil, Barbara conta que iniciou sua carreira como a maioria dos artistas, tocando em bares e festas na capital paulista. Em julho de 2010, a cantora lançou seu primeiro trabalho autoral. “Esse foi o início da minha carreira profissional artística porque, sempre gostei muito de música e de cantar. Desde muito pequena não me lembro de um momento que não pensasse em fazer apenas isso na vida”, conta.
Apesar de não ser de uma família de músicos, Barbara diz que de certa forma existiu a influência da mãe e do avô na sua carreira. “Foi uma iniciativa minha, porém, minha mãe canta informalmente, meu avô sempre tocou acordeom em festas da família. Acho que de alguma maneira o DNA da música foi passando por nós até chegar a mim”, brinca.
Além de compositora e cantora, Barbara também investiu na formação de instrumentista. Toca violão, piano e afirma que esse foi o passo fundamental para firmar na profissão. “Como eu apenas cantava, à medida que fui envelhecendo comecei a querer escrever as músicas e tirar as ideias que estavam na minha cabeça. Minha solução foi aprender a tocar violão e colocar essas ideias no instrumento para mostrar às pessoas”.
Sua estratégia deu certo e seu trabalho está entre os mais acessados do Youtube, o que ela afirma ser uma ferramenta importante na divulgação, porém, com algumas ressalvas. “Hoje devemos usar a internet a nosso favor. Não ganhamos com a venda de discos, mas temos a possibilidade de divulgar nosso trabalho para o mundo inteiro de forma mais fácil”, diz ao lembrar que “temos de encontrar uma maneira criativa de superar a perda da venda de discos e falta de investimentos das gravadoras nos artistas para conseguirmos trabalhar”.
Inspirada por nomes de brasileiros como Gilberto Gil, Lenine, Marisa Monte, entre outros, além de bandas internacionais como a britânica Jamiroquai, aos que ela classifica como “gênios da música”, Barbara desenvolveu um repertório que preza por falar da simplicidade da vida em situações cotidianas, que podem passar despercebidas aos olhos das pessoas. “Isso é algo muito particular meu. Sempre prestei muita atenção em tudo. Por vezes, nessa loucura que é a vida da gente, muita coisa passa batida, e acho que não é bom para o ser humano”, explica. “Quanto mais prestarmos atenção que um ‘bom dia’ ou ‘boa tarde’ é importante, melhor e mais equilibrado fica o ser humano”.
Questionada sobre o tipo de mensagem que suas músicas levam ao público a cantora espera que, de alguma forma, elas ajudem e façam com que as pessoas se sintam bem. “Acredito sim que, por meio da música, podemos passar o que a gente sente, e as pessoas possam se ligar mais, é uma maneira mais lúdica de conseguir falar com o público”.
Confira o clipe de “O pouco e qualquer”
Aos que querem conhecer o trabalho de Barbara Marques haverá um show gratuito nesta sexta-feira (20), às 17h, na estação Paraíso do metrô, em São Paulo. No Café Paon, a apresentação acontece no sábado (21), às 22 horas.
Serviço:
Show “Eu tu eles – Barbara Marques e convidados” – Café Paon – Avenida Pavão, 950 – Moema – São Paulo – SP – Ingressos: R$ 25 (com nome na lista para info@barbaramarques.com) – Informações: (11) 5041-6738 / 5533-5100 – site oficial: www.barbaramarques.com
terça-feira, 17 de abril de 2012
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Encontro reúne referências do setor da beleza
Tecnologia de ponta, adesão do público masculino aos cosméticos, desenvolvimento de linhas específicas para o público teen, incremento da renda das classes C, D e E, e aumento da expectativa de vida são, entre outros fatores, motivos pelos quais o Brasil alcançou a terceira posição no ranking de industrialização e consumo de cosméticos no mundo. Atrás apenas do do Japão e do dos Estados Unidos, o faturamento da indústria brasileira passou de R$ 4,9 bilhões em 1996 para R$ 24,9 bilhões em 2009, de acordo com pesquisa da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), divulgada em abril deste ano.À margem do desenvolvimento do setor, e sobre o sólido alicerce da vaidade humana, acontece, de 28 a 31 de agosto, na cidade de São Paulo, a 6ª edição da Beauty Fair –Feira Internacional de Cosméticos e Beleza. Com cinco áreas específicas —cabelos, estética, manicure, maquilagem e negócios—, o evento, que ocupará cerca de 76 mil metros quadrados do Expo Center Norte, espera receber mais de 100 mil profissionais do setor para apresentar os lançamentos de aproximadamente 900 marcas. “Cada expositor deve exibir ao menos um novo produto. Eles se preparam para isso”, afirma Luciane Beltran, diretora-geral da feira.
Com a expectativa de gerar, nos quatro dias, cerca de R$ 305 milhões, a terceira maior feira do setor no mundo —atrás apenas da Cosmoprof Bologna (Itália) e da Cosmoprof Xangai (China)— “é a mais completa de todas as edições”, relata Luciane.
Atrações
Além dos lançamentos previstos, o evento contará com aproximadamente 50 atividades complementares simultâneas, entre elas, os workshops com temas relacionados a negócios, estética, coloração corretiva, cabelos crespos, tendências dos cortes.
O evento terá, ainda, entre outras atrações, o 1º Seminário em Gestão de Beleza e Negócios; Show Internacional com o hairstylist Antony Mascolo, um dos mais consagrados cabeleireiros do mundo; lançamento da coleção de primavera-verão de 2010/2011 da Alfa Parf; Beauty Fair Summer Collection, com tendências de moda e beleza; 3ª Jornada Técnica Latino-Americana de Massoterapia e 3º Simpósio Latino-Americano de Podologia; 1º Congresso de Maquiagem Beauty Fair, com participação de nomes como Duda Molinos, Daniel Hernandez e Vanessa Rozan; e 5º Congresso de Manicures, com a presença do consultor de estilo do programa “Esquadrão da Moda”, do SBT, Arlindo Grund. Destaque da programação, a estreante Área de Spa e Wellness é voltada ao empreendedorismo em clínicas e spas. “Além da presença do mercado nacional, contaremos com visibilidade internacional”, conclui Luciane.
Expectativas
A Beauty Fair é muito positiva, afirma o doutor Omar Lupi, dermatologista e presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). “É uma oportunidade de trazer novidades ao mercado, especialmente para atualização de esteticistas, podólogos, e outros profissionais do setor”, afirma Lupi. Para Jadir Nunes, bioquímico, vice-presidente da Associação Brasileira de Cosmetologia (ABC), e um dos palestrantes do 5º Congresso Científico Latino-Americano de Estética, que contará com a participação do cirurgião plástico Robert Rey (Dr. Hollywood), as expectativas para o evento “são as melhores”. Segundo ele, existe uma atenção especial em relação à qualificação: “As esteticistas, por exemplo, são muito importantes no processo pré e pós-cirúrgico. É preciso mostrar a necessidade deste grupo no setor”.
Nunes, que reafirma os dados divulgados pela Abihpec, aponta a que a preocupação com o antienvelhecimento é um dos principais fatores para garantir a posição do Brasil no ranking de consumo de cosméticos. “Antes se pensava em produtos para pessoas de 50 anos, agora pensa-se em produtos para o público de até 90 anos. A vaidade brasileira não tem idade.” Para ele, uma das apostas do setor nesta edição são os produtos elaborados sob os conceitos do uso de células-tronco vegetais e os produtos sustentáveis.
As previsões de Nunes se confirmam por meio dos lançamentos das empresas, como no caso da marca Kapeh, que desenvolve seus produtos de beleza a partir do extrato de café. A empresa, presente em 15 estados brasileiros, sob o comando da empreendedora Vanessa Vilela, participa da feira pela segunda vez e tem o objetivo de expandir sua área de atuação. “É uma feira muito importante, gera visibilidade e é uma excelente oportunidade de fazer novos negócios”, afirma Vanessa.
Com a expectativa de gerar, nos quatro dias, cerca de R$ 305 milhões, a terceira maior feira do setor no mundo —atrás apenas da Cosmoprof Bologna (Itália) e da Cosmoprof Xangai (China)— “é a mais completa de todas as edições”, relata Luciane.
Atrações
Além dos lançamentos previstos, o evento contará com aproximadamente 50 atividades complementares simultâneas, entre elas, os workshops com temas relacionados a negócios, estética, coloração corretiva, cabelos crespos, tendências dos cortes.
O evento terá, ainda, entre outras atrações, o 1º Seminário em Gestão de Beleza e Negócios; Show Internacional com o hairstylist Antony Mascolo, um dos mais consagrados cabeleireiros do mundo; lançamento da coleção de primavera-verão de 2010/2011 da Alfa Parf; Beauty Fair Summer Collection, com tendências de moda e beleza; 3ª Jornada Técnica Latino-Americana de Massoterapia e 3º Simpósio Latino-Americano de Podologia; 1º Congresso de Maquiagem Beauty Fair, com participação de nomes como Duda Molinos, Daniel Hernandez e Vanessa Rozan; e 5º Congresso de Manicures, com a presença do consultor de estilo do programa “Esquadrão da Moda”, do SBT, Arlindo Grund. Destaque da programação, a estreante Área de Spa e Wellness é voltada ao empreendedorismo em clínicas e spas. “Além da presença do mercado nacional, contaremos com visibilidade internacional”, conclui Luciane.
Expectativas
A Beauty Fair é muito positiva, afirma o doutor Omar Lupi, dermatologista e presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). “É uma oportunidade de trazer novidades ao mercado, especialmente para atualização de esteticistas, podólogos, e outros profissionais do setor”, afirma Lupi. Para Jadir Nunes, bioquímico, vice-presidente da Associação Brasileira de Cosmetologia (ABC), e um dos palestrantes do 5º Congresso Científico Latino-Americano de Estética, que contará com a participação do cirurgião plástico Robert Rey (Dr. Hollywood), as expectativas para o evento “são as melhores”. Segundo ele, existe uma atenção especial em relação à qualificação: “As esteticistas, por exemplo, são muito importantes no processo pré e pós-cirúrgico. É preciso mostrar a necessidade deste grupo no setor”.
Nunes, que reafirma os dados divulgados pela Abihpec, aponta a que a preocupação com o antienvelhecimento é um dos principais fatores para garantir a posição do Brasil no ranking de consumo de cosméticos. “Antes se pensava em produtos para pessoas de 50 anos, agora pensa-se em produtos para o público de até 90 anos. A vaidade brasileira não tem idade.” Para ele, uma das apostas do setor nesta edição são os produtos elaborados sob os conceitos do uso de células-tronco vegetais e os produtos sustentáveis.
As previsões de Nunes se confirmam por meio dos lançamentos das empresas, como no caso da marca Kapeh, que desenvolve seus produtos de beleza a partir do extrato de café. A empresa, presente em 15 estados brasileiros, sob o comando da empreendedora Vanessa Vilela, participa da feira pela segunda vez e tem o objetivo de expandir sua área de atuação. “É uma feira muito importante, gera visibilidade e é uma excelente oportunidade de fazer novos negócios”, afirma Vanessa.
Foto: Divulgação
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Bienal do Livro conta com vasta opção de temas
Por meio de ações interativas, a Bienal abordará os temas Monteiro Lobato, Clarice Lispector, Lusofonia e Livro Digital
A “21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo – Ponto de Encontro da Cultura e do Lazer” é evento de destaque na capital paulista até o próximo dia 22 de agosto, com uma longa e variada programação que promete contribuir muito para “espalhar”, no sentido literário da palavra, o conhecimento pela cidade. Com um rol de atividades que não se limitarão aos 60 mil metros quadrados do Pavilhão de Exposições do Anhembi, o público, estimado em mais de 700 mil visitantes, contará com uma agenda que terá Monteiro Lobato, Clarice Lispector, Lusofonia e Livro Digital como temas norteadores do movimento.
Com investimento de R$ 30 milhões — R$ 8 milhões a mais do que a edição de 2008 —, a feira terá a participação de 350 expositores, que devem comercializar cerca de 2,2 milhões de exemplares de 220 mil diferentes títulos, além de lançar 4,2 mil obras. O evento ainda oferecerá ao público uma gama de atrações culturais que pretende atingir leitores de todas as faixas etárias, opções literárias e necessidades intelectuais com um total de 1,1 mil horas de atividades.
Destaques
Além do tradicional “Salão de Ideias”, as novidades “Cozinhando com Palavras”, “Território Livre” e “O Livro é uma viagem” são alguns dos destaques que fazem desta edição a “mais extensa, diversificada e representativa de sua história”, diz a organização da feira. “O trabalho foi concentrado em mudar a perspectiva da Bienal para atender públicos distintos, sem descaracterizar o evento”, afirma Augusto Massi, integrante do conselho de curadores do evento.
Convite
Criatividade é algo que não falta na Bienal do Livro, e nesta edição não poderia ser diferente. Os personagens Cinderela, Sherlock Holmes, Dom Quixote e Robin Hood são os porta-vozes que convidarão o público a visitar a feira. Em passeios por ruas paulistanas, será possível esbarrar com qualquer um deles pelo caminho. Homens carregando pilhas de livros em meio à multidão, ou exemplares esquecidos em pontos estratégicos da cidade também são ações interativas que lembrarão o público do acontecimento na capital paulista.
Programação
Sob curadoria dos jornalistas Manuel da Costa Pinto e Alexandre Agabiti Fernandez, no “Salão de Ideias”, o visitante poderá conferir, em 40 mesas ao longo do evento, desde debates sobre assuntos enigmáticos, como o personagem Zé do Caixão e o vampirismo em obras de ficção brasileira, até homenagens ao centenário de nascimento dos sambistas Noel Rosa e Adoniran Barbosa, passando por discussões sobre literatura infanto-juvenil, história, poesia e fábula, entre outros.
“O conceito geral é resgatar e recuperar a discussão de assuntos culturais sobre literatura e produção cultural contemporânea, levando em consideração os quatro temas”, afirma Costa Pinto. Uma das novidades da Bienal 2010 é o espaço “Cozinhando com Palavras”. Nele, profissionais do setor, chefs de cozinha e críticos de gastronomia, entre outros, discutirão a valorização da arte de cozinhar reproduzida em obras literárias. O ponto de relevo desta ação fica por conta do envolvimento de 15 restaurantes paulistanos que participarão do Sarau Literário. Nomes como Jorge Amado, Vinicius de Moraes, Eça de Queiroz e Pablo Neruda, entre outros, serão homenageados com pratos especiais, servidos por personagens, que farão referências às autorias.
Outra ação estreante no movimento é o “Território Livre”. Voltado especialmente a universitários e pré-universitários, o espaço receberá 45 profissionais, de diversas áreas de atuação, que terão a missão de passar um pouco de suas experiências aos jovens que pretendem seguir carreira igual. Serginho Groismann, Caco Barcellos, Luiz Nassif, Gustavo Borges e Rafael Cortez são alguns dos nomes que participarão dos bate-papos. “ Nós escolhemos carreiras glamurosas para mostrar que toda escolha implica um processo. Procurei dar a dimensão de que qualquer profissão tem sua função social”, explica Maria Tereza Rangel, curadora do espaço.
Ao público infanto-juvenil, o incentivo será dado por Alice, Emília, Pinóquio e Gato de Botas, entre outros, que apresentarão um trajeto encantador e divertido no espaço “O Livro é uma viagem”, idealizado pelo Instituo Pró-Livro (IPL). Túnel de livros, labirinto de páginas, recursos audiovisuais e muito mais serão um convite que levará o público infanto-juvenil ao interesse pela leitura. Com trajeto de 30 minutos, o objetivo é transformar o passeio em uma agradável fonte de descobertas. Os adeptos da tecnologia terão no “Espaço Digital Imprensa Oficial” a oportunidade de manipular um dos 50 equipamentos de e-Readers — livros digitais —, que estarão disponíveis no local, e que estarão entre os protagonistas do evento.
Para Manuel Carlos, a feira é a possibilidade que o público encontra de romper a barreira psicológica daqueles que não se sentem à vontade para frequentar livrarias. “Não é por acaso que pessoas que não têm o hábito de ir a essas lojas visitam a Bienal. Isso desmente a ideia de que o brasileiro não se interessa pela leitura.”
Serviço:
21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo— Pavilhão de Exposições do Anhembi , à Av. Olavo Fontoura, 1.209, em Santana. Informações: http://www.bienaldolivrosp.com.br/.
A “21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo – Ponto de Encontro da Cultura e do Lazer” é evento de destaque na capital paulista até o próximo dia 22 de agosto, com uma longa e variada programação que promete contribuir muito para “espalhar”, no sentido literário da palavra, o conhecimento pela cidade. Com um rol de atividades que não se limitarão aos 60 mil metros quadrados do Pavilhão de Exposições do Anhembi, o público, estimado em mais de 700 mil visitantes, contará com uma agenda que terá Monteiro Lobato, Clarice Lispector, Lusofonia e Livro Digital como temas norteadores do movimento.
Com investimento de R$ 30 milhões — R$ 8 milhões a mais do que a edição de 2008 —, a feira terá a participação de 350 expositores, que devem comercializar cerca de 2,2 milhões de exemplares de 220 mil diferentes títulos, além de lançar 4,2 mil obras. O evento ainda oferecerá ao público uma gama de atrações culturais que pretende atingir leitores de todas as faixas etárias, opções literárias e necessidades intelectuais com um total de 1,1 mil horas de atividades.
Destaques
Além do tradicional “Salão de Ideias”, as novidades “Cozinhando com Palavras”, “Território Livre” e “O Livro é uma viagem” são alguns dos destaques que fazem desta edição a “mais extensa, diversificada e representativa de sua história”, diz a organização da feira. “O trabalho foi concentrado em mudar a perspectiva da Bienal para atender públicos distintos, sem descaracterizar o evento”, afirma Augusto Massi, integrante do conselho de curadores do evento.
Convite
Criatividade é algo que não falta na Bienal do Livro, e nesta edição não poderia ser diferente. Os personagens Cinderela, Sherlock Holmes, Dom Quixote e Robin Hood são os porta-vozes que convidarão o público a visitar a feira. Em passeios por ruas paulistanas, será possível esbarrar com qualquer um deles pelo caminho. Homens carregando pilhas de livros em meio à multidão, ou exemplares esquecidos em pontos estratégicos da cidade também são ações interativas que lembrarão o público do acontecimento na capital paulista.
Programação
Sob curadoria dos jornalistas Manuel da Costa Pinto e Alexandre Agabiti Fernandez, no “Salão de Ideias”, o visitante poderá conferir, em 40 mesas ao longo do evento, desde debates sobre assuntos enigmáticos, como o personagem Zé do Caixão e o vampirismo em obras de ficção brasileira, até homenagens ao centenário de nascimento dos sambistas Noel Rosa e Adoniran Barbosa, passando por discussões sobre literatura infanto-juvenil, história, poesia e fábula, entre outros.
“O conceito geral é resgatar e recuperar a discussão de assuntos culturais sobre literatura e produção cultural contemporânea, levando em consideração os quatro temas”, afirma Costa Pinto. Uma das novidades da Bienal 2010 é o espaço “Cozinhando com Palavras”. Nele, profissionais do setor, chefs de cozinha e críticos de gastronomia, entre outros, discutirão a valorização da arte de cozinhar reproduzida em obras literárias. O ponto de relevo desta ação fica por conta do envolvimento de 15 restaurantes paulistanos que participarão do Sarau Literário. Nomes como Jorge Amado, Vinicius de Moraes, Eça de Queiroz e Pablo Neruda, entre outros, serão homenageados com pratos especiais, servidos por personagens, que farão referências às autorias.
Outra ação estreante no movimento é o “Território Livre”. Voltado especialmente a universitários e pré-universitários, o espaço receberá 45 profissionais, de diversas áreas de atuação, que terão a missão de passar um pouco de suas experiências aos jovens que pretendem seguir carreira igual. Serginho Groismann, Caco Barcellos, Luiz Nassif, Gustavo Borges e Rafael Cortez são alguns dos nomes que participarão dos bate-papos. “ Nós escolhemos carreiras glamurosas para mostrar que toda escolha implica um processo. Procurei dar a dimensão de que qualquer profissão tem sua função social”, explica Maria Tereza Rangel, curadora do espaço.
Ao público infanto-juvenil, o incentivo será dado por Alice, Emília, Pinóquio e Gato de Botas, entre outros, que apresentarão um trajeto encantador e divertido no espaço “O Livro é uma viagem”, idealizado pelo Instituo Pró-Livro (IPL). Túnel de livros, labirinto de páginas, recursos audiovisuais e muito mais serão um convite que levará o público infanto-juvenil ao interesse pela leitura. Com trajeto de 30 minutos, o objetivo é transformar o passeio em uma agradável fonte de descobertas. Os adeptos da tecnologia terão no “Espaço Digital Imprensa Oficial” a oportunidade de manipular um dos 50 equipamentos de e-Readers — livros digitais —, que estarão disponíveis no local, e que estarão entre os protagonistas do evento.
Para Manuel Carlos, a feira é a possibilidade que o público encontra de romper a barreira psicológica daqueles que não se sentem à vontade para frequentar livrarias. “Não é por acaso que pessoas que não têm o hábito de ir a essas lojas visitam a Bienal. Isso desmente a ideia de que o brasileiro não se interessa pela leitura.”
Serviço:
21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo— Pavilhão de Exposições do Anhembi , à Av. Olavo Fontoura, 1.209, em Santana. Informações: http://www.bienaldolivrosp.com.br/.
Foto: Divulgação
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Bixiga começa preparação para Festa de Nossa Senhora Achiropita
Com abertura no próximo sábado (31) e encerramento no dia 29 de agosto, as mammas do tradicional bairro do Bixiga, região central da capital paulista, iniciam a bela tarefa de cozinhar e preparar o saboroso cardápio, composto pelas típicas comidas italianas, para a 84ª edição da Festa de Nossa Senhora Achiropita.
O encanto do evento não se reduz à grandiosidade que entrou para o calendário oficial da cidade de São Paulo com o título de Mais Tradicional Festa Popular Italiana do Brasil. Além de celebrar a chegada dos imigrantes calabreses na região —no século passado—, o gesto tem o objetivo de arrecadar verba para manter as obras assistenciais promovidas no Centro Educacional Dom Orione (C.E.D.O.), sob a administração da Igreja Nossa Senhora Achiropita.
Atrações
Durante cinco fins de semana, o público poderá conferir um pouco da alegria das festas italianas. Na parte externa do evento, serão dispostas 32 barracas — nas Ruas 13 de Maio, São Vicente e Dr. Luiz Barreto—, nas quais os visitantes poderão saborear delícias como fogazza, fricazza, polenta, antepasti, pimentões, beringelas ao forno, macarrão e pizza, dentre outros pratos da clássica culinária italiana, que inclui os típicos doces daquele país europeu. Tudo regado a muito vinho, chope e refrigerante, para todos os gostos.
Destaque é a famosa fogazza, preparada em duas barracas por cerca de 300 pares de mãos, que devem produzir cerca de 12 mil unidades por noite.
Na cantina Madonna Achiropita —parte interna da festa—, os visitantes poderão conferir o “Mesão”, com pratos frios e quentes, além de aproveitar o evento ao som da música italiana, das danças e de sorteios de brindes. Aqueles que não dispensam uma premiação concorrerão a um carro e a um queijo provolone de 100 quilos, com dois metros de comprimento, dois dos prêmios mais cobiçados da festa que nesta edição espera receber 250 mil visitantes.
Assistencial
Render-se à maior festividade religiosa que a cidade possui não é difícil: o evento se torna ainda mais fascinante quando se colocam na balança os resultados da ação. Durante a festa, toda a verba arrecadada é destinada às obras assistenciais promovidas pela Paróquia Nossa Senhora Achiropita.
Atualmente, o C.E.D.O. atende cerca de 450 crianças de 7 a 17 anos, de famílias de baixa renda que residem no bairro. A elas, café da manhã, almoço e lanche são garantidos, além de reforço escolar e diversos cursos profissionalizantes, entre outras atividades.
Outros beneficiados são as 190 crianças de 0 a 4 anos que são atendidas em período integral, com alimentação, pedagogia e recreação; as 220 pessoas, que participam da alfabetização para adultos e os 200 moradores de rua que encontram acolhimento na casa.
Serviço:
84 ª Festa de Nossa Senhora Achiropita — Fins de semana de 31 de julho a 29 de agosto; informações: http://www.achiropita.org.br/
O encanto do evento não se reduz à grandiosidade que entrou para o calendário oficial da cidade de São Paulo com o título de Mais Tradicional Festa Popular Italiana do Brasil. Além de celebrar a chegada dos imigrantes calabreses na região —no século passado—, o gesto tem o objetivo de arrecadar verba para manter as obras assistenciais promovidas no Centro Educacional Dom Orione (C.E.D.O.), sob a administração da Igreja Nossa Senhora Achiropita.
Atrações
Durante cinco fins de semana, o público poderá conferir um pouco da alegria das festas italianas. Na parte externa do evento, serão dispostas 32 barracas — nas Ruas 13 de Maio, São Vicente e Dr. Luiz Barreto—, nas quais os visitantes poderão saborear delícias como fogazza, fricazza, polenta, antepasti, pimentões, beringelas ao forno, macarrão e pizza, dentre outros pratos da clássica culinária italiana, que inclui os típicos doces daquele país europeu. Tudo regado a muito vinho, chope e refrigerante, para todos os gostos.
Destaque é a famosa fogazza, preparada em duas barracas por cerca de 300 pares de mãos, que devem produzir cerca de 12 mil unidades por noite.
Na cantina Madonna Achiropita —parte interna da festa—, os visitantes poderão conferir o “Mesão”, com pratos frios e quentes, além de aproveitar o evento ao som da música italiana, das danças e de sorteios de brindes. Aqueles que não dispensam uma premiação concorrerão a um carro e a um queijo provolone de 100 quilos, com dois metros de comprimento, dois dos prêmios mais cobiçados da festa que nesta edição espera receber 250 mil visitantes.
Assistencial
Render-se à maior festividade religiosa que a cidade possui não é difícil: o evento se torna ainda mais fascinante quando se colocam na balança os resultados da ação. Durante a festa, toda a verba arrecadada é destinada às obras assistenciais promovidas pela Paróquia Nossa Senhora Achiropita.
Atualmente, o C.E.D.O. atende cerca de 450 crianças de 7 a 17 anos, de famílias de baixa renda que residem no bairro. A elas, café da manhã, almoço e lanche são garantidos, além de reforço escolar e diversos cursos profissionalizantes, entre outras atividades.
Outros beneficiados são as 190 crianças de 0 a 4 anos que são atendidas em período integral, com alimentação, pedagogia e recreação; as 220 pessoas, que participam da alfabetização para adultos e os 200 moradores de rua que encontram acolhimento na casa.
Serviço:
84 ª Festa de Nossa Senhora Achiropita — Fins de semana de 31 de julho a 29 de agosto; informações: http://www.achiropita.org.br/
Carla Machado / PanoramaBrasil
Fotos: Paulo Bareta
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (File) promete agitar São Paulo
Os adeptos, curiosos e experts das ferramentas multimídia e do mundo digital terão a incrível oportunidade de conhecer os projetos inéditos que compõem a 11ª edição do Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (File), que acontece entre os dias 27 de julho e 29 de agosto, em São Paulo.
O evento —o maior do gênero no Brasil e na América Latina—, é uma coleção de produções artísticas que estarão à disposição do público, gratuitamente, para exposição, e que proporcionará uma interação do visitante com as peças exibidas.
Nesta edição, o Festival conta com a expansão para o “File Prixlux”, prêmio internacional destinado a criadores da área de linguagem eletrônica e digital, e com o “File Pai”, projeto de arte pública, com obras interativas, que estarão presentes em vários espaços da Avenida Paulista, como Instituto Cervantes, Masp e estações de metrô, entre outros.
Dentre as obras em destaque estão: “Omnibusonia”, de Vanderlei Lucentini, na qual um ônibus transitará pela movimentada Avenida soando harmoniosas canções acionadas pelo GPS, de acordo com o local por onde passará, e a Orquestra do Coração, de Erich Berger & Peter Votava, na qual as partituras variarão de acordo com a pulsação do coração de 12 músicos.
Informações: http://www.file.org.br/
O evento —o maior do gênero no Brasil e na América Latina—, é uma coleção de produções artísticas que estarão à disposição do público, gratuitamente, para exposição, e que proporcionará uma interação do visitante com as peças exibidas.
Nesta edição, o Festival conta com a expansão para o “File Prixlux”, prêmio internacional destinado a criadores da área de linguagem eletrônica e digital, e com o “File Pai”, projeto de arte pública, com obras interativas, que estarão presentes em vários espaços da Avenida Paulista, como Instituto Cervantes, Masp e estações de metrô, entre outros.
Dentre as obras em destaque estão: “Omnibusonia”, de Vanderlei Lucentini, na qual um ônibus transitará pela movimentada Avenida soando harmoniosas canções acionadas pelo GPS, de acordo com o local por onde passará, e a Orquestra do Coração, de Erich Berger & Peter Votava, na qual as partituras variarão de acordo com a pulsação do coração de 12 músicos.
Informações: http://www.file.org.br/
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quinta-feira, 22 de julho de 2010
Jornalista lança livro infantil sobre a prática de Bullying
SÃO PAULO — O termo bullying tem ganhado, a cada dia, mais destaque nos noticiários e discussões da sociedade. A palavra que significa hostilidade física ou psicológica provocada de forma intencional e repetidamente, por uma pessoa ou grupo de indivíduos, para amedrontar outra pessoa ou outro grupo, também tem se tornado alvo de estudos de diversos profissionais e instituições que têm o objetivo de diminuir ou, até mesmo, extinguir essa ação entre as crianças e adolescentes, público que mais sofre com a prática.
De acordo com um levantamento realizado no segundo semestre de 2009, pela ONG Plan Brasil, com dados de 5.168 estudantes, das cinco regiões brasileiras, foi constatado que, dos alunos ouvidos, 70% afirmam ter presenciado cenas de violência entre estudantes e 30% dizem ter sofrido agressões. Desse percentual, o bullying foi sofrido ou praticado por 17% dos consultados. A pesquisa ainda aponta que cerca de 12,5% das vítimas são meninos, e cerca de 7% são meninas, e que a maior incidência acontece na passagem do período de infância para adolescência, entre 11 e 15 anos.
A margem das pesquisas, profissionais de diversos segmentos trabalham no intuito de combater tal ação. É o caso da jornalista Cleisla Garcia, que lança nesta quinta-feira (22), na Saraiva Megastore Higienópolis, em São Paulo, o livro infantil intitulado “A Maria-Fedida que queria ser joaninha” e que aborda, por meio de fábula, a questão do bullying de maneira lúdica e inocente. “A ideia é fazer um trabalho de formação com as histórias. A criança vai começar a identificar a agressão, perceber que está sendo agredido e se defender”, explica a autora da obra.
Cleisla afirma que é importante o tema ser proposto às crianças, mesmo que de forma divertida, para evitar qualquer tipo de exclusão, seja social, econômica ou cultural. “Na fase inicial do bullying os pais não sabem o que está acontecendo. Até que ele seja percebido, a criança já sofreu muito. Algo que estimula a evasão escolar, por exemplo”, afirma a escritora que também alerta para o cyber-bullying — aquele praticado pela internet. “As informações são mais rápidas, ostensivas e oculta. Desta forma, os números ganham maior proporção”, relata.
A autora adianta que este é o primeiro de uma série de livros para tratar sobre os diversos tipos de exclusão. A próxima obra, que abordará a questão da deficiência visual, e será desenvolvida em braile, tem previsão de lançamento para dezembro de 2010. "Queremos tratar todas as formas de diferenças" afirma a escritora que tentará mostrar em seu trabalho que ser criança, por vezes, pode ser também cruel. "A leitura infantil é muito difícil, tudo precisa ser subliminar. O que elas [crianças] perceberão é a dor de fazer a outra sofrer", explica.
Para ela, é "preciso criar a sementinha da solidariedade ainda cedo, para que a criança perceba que brincadeiras até são normais, mas zombarias em excessos magoam". Segundo a jornalista, a obra é indicada para crianças de até oito anos de idade, mas como o assunto é tratado com profundidade, além de ter belas ilustrações, se torna um atrativo interessante que atinge crianças maiores - com até 12 anos de idade.
Serviço:
Lançamento - Livro infantil "A Maria-Fedida que queria ser joaninha". Autora: Cleisla Garcia. Editora: Cittá. Preço: R$ 25,00
De acordo com um levantamento realizado no segundo semestre de 2009, pela ONG Plan Brasil, com dados de 5.168 estudantes, das cinco regiões brasileiras, foi constatado que, dos alunos ouvidos, 70% afirmam ter presenciado cenas de violência entre estudantes e 30% dizem ter sofrido agressões. Desse percentual, o bullying foi sofrido ou praticado por 17% dos consultados. A pesquisa ainda aponta que cerca de 12,5% das vítimas são meninos, e cerca de 7% são meninas, e que a maior incidência acontece na passagem do período de infância para adolescência, entre 11 e 15 anos.
A margem das pesquisas, profissionais de diversos segmentos trabalham no intuito de combater tal ação. É o caso da jornalista Cleisla Garcia, que lança nesta quinta-feira (22), na Saraiva Megastore Higienópolis, em São Paulo, o livro infantil intitulado “A Maria-Fedida que queria ser joaninha” e que aborda, por meio de fábula, a questão do bullying de maneira lúdica e inocente. “A ideia é fazer um trabalho de formação com as histórias. A criança vai começar a identificar a agressão, perceber que está sendo agredido e se defender”, explica a autora da obra.
Cleisla afirma que é importante o tema ser proposto às crianças, mesmo que de forma divertida, para evitar qualquer tipo de exclusão, seja social, econômica ou cultural. “Na fase inicial do bullying os pais não sabem o que está acontecendo. Até que ele seja percebido, a criança já sofreu muito. Algo que estimula a evasão escolar, por exemplo”, afirma a escritora que também alerta para o cyber-bullying — aquele praticado pela internet. “As informações são mais rápidas, ostensivas e oculta. Desta forma, os números ganham maior proporção”, relata.
A autora adianta que este é o primeiro de uma série de livros para tratar sobre os diversos tipos de exclusão. A próxima obra, que abordará a questão da deficiência visual, e será desenvolvida em braile, tem previsão de lançamento para dezembro de 2010. "Queremos tratar todas as formas de diferenças" afirma a escritora que tentará mostrar em seu trabalho que ser criança, por vezes, pode ser também cruel. "A leitura infantil é muito difícil, tudo precisa ser subliminar. O que elas [crianças] perceberão é a dor de fazer a outra sofrer", explica.
Para ela, é "preciso criar a sementinha da solidariedade ainda cedo, para que a criança perceba que brincadeiras até são normais, mas zombarias em excessos magoam". Segundo a jornalista, a obra é indicada para crianças de até oito anos de idade, mas como o assunto é tratado com profundidade, além de ter belas ilustrações, se torna um atrativo interessante que atinge crianças maiores - com até 12 anos de idade.
Serviço:
Lançamento - Livro infantil "A Maria-Fedida que queria ser joaninha". Autora: Cleisla Garcia. Editora: Cittá. Preço: R$ 25,00
Fotos: Divulgação
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sexta-feira, 16 de julho de 2010
Espetáculo Slava"s Snowshow retorna ao Brasil
SÃO PAULO - Um cenário formado por simples composições como bolhas de sabão, papeis picados, bolas gigantes e gelo seco, acompanhados de uma trilha sonora envolvente, e um jogo de luzes que impressiona. Assim se apresentam, pela segunda vez no Brasil, a trupe de palhaços russos, da companhia Slava's, no espetáculo "Snowshow", que ficará em cartaz no Citibank Hall, até dia 29 de julho.
Os artistas, sob o comando de Slava Polunin - considerado o palhaço mais importante do mundo - encantam com técnicas tradicionais e contemporâneas da arte circense, e provocam sensações, no público, que oscilam da comoção aos risos.
O espetáculo, que nasceu na antiga União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), mostra por meio da atuação dos "palhaços melancólicos", o comportamento do ser humano em relação aos seus sentimentos, especialmente com a tristeza. Visto por cerca de 3 milhões de pessoas, em 35 países, o show é produzido para encantar e divertir adultos e crianças.
Serviço:
Slava's Snowshow. Citibank Hall; Avenida dos Jamaris, 213 - Moema - São Paulo - SP. De 14 a 18 de julho, 21 a 25 de julho e 27 a 29 de julho. De terça a quinta, às 21h30, sextas, às 22h, sábados, às 17h e 22 h, domingos, às 16h e 20h. Ingressos: De R$ 90 a R$ 170.
Os artistas, sob o comando de Slava Polunin - considerado o palhaço mais importante do mundo - encantam com técnicas tradicionais e contemporâneas da arte circense, e provocam sensações, no público, que oscilam da comoção aos risos.
O espetáculo, que nasceu na antiga União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), mostra por meio da atuação dos "palhaços melancólicos", o comportamento do ser humano em relação aos seus sentimentos, especialmente com a tristeza. Visto por cerca de 3 milhões de pessoas, em 35 países, o show é produzido para encantar e divertir adultos e crianças.
Serviço:
Slava's Snowshow. Citibank Hall; Avenida dos Jamaris, 213 - Moema - São Paulo - SP. De 14 a 18 de julho, 21 a 25 de julho e 27 a 29 de julho. De terça a quinta, às 21h30, sextas, às 22h, sábados, às 17h e 22 h, domingos, às 16h e 20h. Ingressos: De R$ 90 a R$ 170.
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